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Desfibrilador implantável (CDI)

O cardioversor-desfibrilador implantável (CDI), ou desfibrilador implantável, acompanha o ritmo do coração e pode tratar arritmias ventriculares potencialmente fatais. A indicação depende da causa da arritmia e do risco de cada pessoa.

Detectar e tratar

Ritmo detectadoAvaliação pelos critérios programados
ATPEstimulação antitaquicardia: pulsos rápidos, em sistemas que oferecem essa terapia
ChoqueCardioversão ou desfibrilação, conforme a arritmia

Não existe uma sequência obrigatória de ATP seguida de choque.

Esquema de função. Não representa anatomia, traçado de ECG ou resultado de um paciente. Referências clínicas

Avaliação, implante e acompanhamento

  1. Na avaliação

    A equipe investiga a causa da arritmia, fatores reversíveis e o benefício esperado. A escolha do sistema considera suas necessidades.

  2. No implante

    O local do gerador e o trajeto do eletrodo dependem do tipo de CDI. O sistema é testado e programado.

  3. No acompanhamento

    Leve seu cartão do dispositivo e siga o plano para eventuais choques. As consultas revisam registros, bateria e programação.

Veja as referências e os limites de cada indicação

O que é o CDI e quais ritmos ele trata

O CDI acompanha o ritmo do coração. Quando detecta uma arritmia ventricular que atende aos critérios programados, pode registrar o episódio e aplicar uma terapia.

Essa terapia pode ser estimulação antitaquicardia (ATP), cardioversão ou desfibrilação por choque. A ATP não acontece sempre antes do choque, e nem todo CDI oferece ATP ou estimulação de marca-passo. Em pessoas selecionadas, o aparelho pode reduzir o risco de morte súbita, mas não cura a doença cardíaca nem substitui medicamentos, ablação quando indicada ou acompanhamento regular.[1]

Por ser implantável, o CDI é diferente do desfibrilador externo usado em ambulâncias e hospitais. Ele também é chamado de CDI, desfibrilador cardíaco implantável ou cardiodesfibrilador. O nome “marca-passo desfibrilador” pode causar confusão: alguns CDIs transvenosos estimulam batimentos lentos, mas outros sistemas não têm essa função.

Para quem o implante de CDI é avaliado

O implante pode ser avaliado quando existe risco relevante de taquicardia ventricular ou fibrilação ventricular, arritmias capazes de causar parada cardíaca. Algumas pessoas com cicatriz de infarto, insuficiência cardíaca, cardiomiopatias ou doenças elétricas hereditárias podem apresentar esse risco.[1][2]

Um Holter, eletrocardiograma ou número isolado não define a indicação. A investigação procura esclarecer a causa e o risco da arritmia, identificar fatores reversíveis e discutir o benefício esperado e os limites do CDI para cada pessoa.[1][2]

Na insuficiência cardíaca, a avaliação considera a fração de ejeção, os sintomas e o risco que permanece apesar do tratamento recomendado. Após infarto ou revascularização recente, é necessário respeitar o período de reavaliação indicado para o caso. A equipe pondera outras doenças, capacidade funcional e expectativa de benefício. Cardiomiopatias específicas e doenças elétricas hereditárias têm critérios próprios.[1][11]

Prevenção primária e prevenção secundária

Na prevenção secundária, o CDI é discutido após uma parada por arritmia ventricular ou uma taquicardia ventricular sustentada de alto risco. Antes, é preciso investigar se o episódio teve uma causa inteiramente reversível.

A prevenção primária busca proteger a pessoa antes de um evento, quando a doença de base indica risco aumentado. A decisão considera se o tratamento está adequado e se o benefício esperado é compatível com a condição clínica e o prognóstico.[1][2]

Esses termos indicam o momento da prevenção, sem tornar o implante automático. A decisão é tomada com a pessoa, a equipe especializada e, quando pertinente, os familiares.

Como o CDI detecta e trata uma arritmia

Conforme o ritmo identificado, o aparelho e a programação, as terapias podem incluir:[1][3]

  • Estimulação antitaquicardia (ATP): pulsos rápidos que podem interromper algumas taquicardias ventriculares sem choque. Nem todo sistema oferece ATP, e ela não serve para todos os ritmos.
  • Choque: o CDI pode fazer cardioversão sincronizada ou desfibrilação para interromper a arritmia.
  • Estimulação para batimentos lentos: disponível em alguns CDIs transvenosos.

Os episódios registrados pelo CDI são analisados nas consultas. Essa análise ajuda a investigar terapias apropriadas ou inadequadas e a orientar ajustes na programação.[1]

CDI transvenoso e CDI subcutâneo: qual é a diferença

No CDI transvenoso, o gerador costuma ficar sob a pele na parte superior do tórax. Um ou mais cabos-eletrodos chegam ao coração por uma veia. Conforme o sistema, ele pode oferecer ATP e estimulação para ritmos lentos, além do choque.

No CDI subcutâneo (S-ICD), o gerador e o eletrodo ficam sob a pele, sem cabo dentro das veias ou das câmaras cardíacas. Ele evita complicações próprias do cabo intravascular, mas não oferece estimulação permanente para bradicardia, ATP nem ressincronização cardíaca. Pode fornecer apenas estimulação transitória depois de um choque.[1][3]

A tabela resume essas diferenças com base nas referências clínicas.[1][3]

Comparação entre CDI transvenoso e CDI subcutâneo isolado
CDI transvenosoCDI subcutâneo (S-ICD)
Onde ficam os componentesGerador sob a pele no tórax; um ou mais cabos chegam ao coração por uma veia.Gerador e eletrodo sob a pele, sem cabo dentro das veias ou das câmaras cardíacas.
Terapias possíveisPode oferecer choque e, conforme o sistema, ATP e estimulação para ritmos lentos.Oferece choque; não fornece ATP, estimulação permanente para bradicardia nem ressincronização cardíaca.
Acesso venoso e limitaçõesO acesso venoso e os cabos intravasculares fazem parte da avaliação de riscos e necessidades futuras.Evita complicações próprias do cabo intravascular, mas pode fornecer somente estimulação transitória após um choque.

O CDI subcutâneo isolado, chamado S-ICD, pode ser considerado quando a pessoa precisa de desfibrilação e não necessita de estimulação permanente para batimentos lentos, ressincronização ou estimulação antitaquicardia, chamada ATP. A equipe também avalia se o sistema consegue detectar adequadamente o ritmo e a importância de preservar o acesso pelas veias. A indicação e a disponibilidade de cada sistema precisam ser confirmadas com o serviço.[3][13]

Como se preparar para o implante

Antes do implante, a indicação, as alternativas, os benefícios e as limitações são discutidos para orientar o consentimento. A revisão dos exames e medicamentos inclui anticoagulantes, antiagregantes e remédios para diabetes.

As orientações de jejum, anestesia, internação e alta são definidas para o procedimento planejado. Sinais de infecção ou outra condição que aumente o risco podem levar ao adiamento do implante.

Não suspenda nem altere medicamentos por conta própria. Leve a lista atualizada de remédios, alergias, exames e informações sobre dispositivos já implantados.

Como o CDI é implantado

No CDI transvenoso, o gerador ocupa um espaço criado sob a pele. Com orientação por imagem, o cabo-eletrodo passa por uma veia até o coração. O cabo é conectado ao gerador, e o funcionamento do sistema é testado antes de fechar a incisão.

No S-ICD, o gerador geralmente fica na lateral do tórax. O eletrodo passa sob a pele, próximo ao esterno, sem entrar nos vasos nem no coração.

Anestesia, testes, duração do procedimento e internação são definidos no planejamento pré-operatório, conforme a situação clínica e o sistema escolhido.[1]

Benefícios esperados, riscos e limitações

O CDI pode interromper arritmias ventriculares potencialmente fatais e reduzir o risco de morte súbita em pessoas bem selecionadas. A causa desse risco, o estado geral de saúde, a expectativa de vida e a condição clínica ajudam a determinar se o implante pode trazer benefício.[1][2]

Nem toda pessoa com CDI recebe terapia do aparelho. Quando ela é aplicada, pode ser ATP ou choque, e também existem terapias inadequadas. Como o dispositivo não trata a causa da doença cardíaca, medicamentos, ablação quando indicada e acompanhamento continuam fazendo parte do tratamento.[1]

Riscos e limitações do CDI

Os riscos variam conforme o sistema e a situação clínica e devem ser discutidos no consentimento. Entre eles estão:[1]

  • sangramento, hematoma, dor ou infecção na região do gerador;
  • lesão vascular, trombose, pneumotórax (entrada de ar ao redor do pulmão) ou hemotórax (acúmulo de sangue ao redor do pulmão) no acesso transvenoso;
  • deslocamento, fratura ou falha de cabo-eletrodo; raramente, perfuração cardíaca e líquido ao redor do coração;
  • arritmia durante o procedimento;
  • choque apropriado doloroso ou terapia inadequada;
  • necessidade futura de reprogramação, troca do gerador ou revisão do sistema;
  • ansiedade, medo de choques e impacto emocional.

O S-ICD evita o cabo dentro das veias, mas ainda pode causar infecção, desconforto, falha de detecção ou choque inadequado.[1][3]

Recuperação e cuidados após o implante

A alta e a retomada das atividades dependem da recuperação, do tipo de CDI e da arritmia de base. Siga os prazos dados pela sua equipe. Ela deve entregar essas orientações por escrito, incluindo cuidados com a ferida, banho, movimentos do braço, esforço, trabalho e exercício.[1][5]

Febre, dor que aumenta, vermelhidão progressiva, calor, inchaço, secreção ou abertura da ferida precisam de avaliação no mesmo dia. Entre em contato com a equipe; se não conseguir atendimento, procure um pronto-socorro. Não manipule a região do gerador.[9][1][5]

A equipe orienta a direção depois de avaliar o motivo do implante, desmaios ou terapias do CDI e as normas aplicáveis. Depois de um choque, não dirija para procurar atendimento; peça ajuda para o transporte. Antes de voltar a dirigir, obtenha orientação individual.[5]

Ter CDI não proíbe automaticamente a ressonância magnética. A equipe avalia o sistema completo, incluindo gerador e eletrodos, e as condições do exame. Alguns sistemas sem rotulagem condicional também podem ser examinados em situações selecionadas, em serviços com protocolo e equipe apropriados. São necessárias avaliação, programação e monitorização adequadas. Antes de marcar, informe que você tem CDI e consulte quem acompanha o dispositivo.[1]

Mantenha celular, relógio ou acessório com ímã a pelo menos 15 cm do CDI. Não os coloque no bolso sobre o aparelho. Leve o cartão do dispositivo e informe sua presença aos profissionais antes de exames e procedimentos. Siga as orientações específicas do fabricante e da equipe.[12]

O que fazer após um choque e quando buscar urgência

Após qualquer choque do CDI, o episódio precisa ser avaliado, mesmo que você se sinta bem. Se houve um único choque e você está bem, procure a clínica em horário comercial ou o pronto-socorro do HCor ou do Hospital Sírio-Libanês. Fora do horário da clínica, procure um desses pronto-socorros. Siga também seu plano individual. Se houver mais de um choque, ou se após um choque você tiver desmaio, dor no peito, falta de ar ou mal-estar, ligue para o SAMU 192 ou procure imediatamente o pronto-socorro mais próximo. Não dirija para buscar atendimento; peça ajuda para o transporte. O WhatsApp é destinado ao agendamento, não à urgência.[7][8]

O acompanhante deve seguir as instruções do serviço de emergência. O WhatsApp é destinado ao agendamento e não deve ser usado para situações urgentes.

Medo, tristeza ou ansiedade depois de um choque merecem atenção. Converse com a equipe; apoio psicológico e educação sobre o aparelho podem fazer parte do cuidado.[5]

Acompanhamento e programação do CDI

As consultas avaliam bateria, cabos, cicatrização e os episódios registrados, incluindo as terapias aplicadas. Os resultados podem orientar ajustes de programação, revisão dos medicamentos e a conversa sobre sintomas e qualidade de vida.[1]

Quando disponível e organizado pelo serviço, o acompanhamento remoto transmite informações do CDI e pode reduzir algumas checagens presenciais do aparelho. A equipe define quais consultas continuam necessárias. O envio de dados não garante resposta imediata e não substitui atendimento de emergência.[10]

A bateria costuma durar anos. A troca do gerador é planejada quando os controles mostram que ela está se aproximando do fim; os cabos são avaliados separadamente.[1]

Alternativas ao CDI e dispositivos relacionados

Não há uma alternativa ao CDI que sirva para todos. Dependendo da causa e do risco, o tratamento pode priorizar medicamentos, correção de fatores reversíveis, revascularização ou ablação por cateter. A avaliação também pode concluir que o benefício do aparelho não é proporcional.

Os dispositivos têm funções diferentes:[1][2]

Para que serve cada dispositivo cardíaco implantável
DispositivoFunção principal
Marca-passo convencionalTrata principalmente ritmos lentos e bloqueios; não desfibrila.
CRT-PRealiza ressincronização e não desfibrila.
CDIDetecta e trata determinadas arritmias ventriculares perigosas; as funções de estimulação variam.
CRT-DRealiza ressincronização e também oferece terapias de desfibrilador.

A escolha depende da função de cada aparelho. Também são considerados a arritmia, a condição do coração e as prioridades da pessoa. Em casos de insuficiência cardíaca com alteração da condução elétrica, a página sobre implante de ressincronizador cardíaco (CRT) explica o papel da ressincronização.

Perguntas frequentes

CDI é a mesma coisa que marca-passo?
Não. O marca-passo trata principalmente batimentos lentos; o CDI pode tratar determinadas arritmias ventriculares que podem causar parada cardíaca. Alguns CDIs transvenosos também estimulam ritmos lentos. O S-ICD não oferece estimulação permanente.[1][3]
O CDI sempre dá choque?
Não. Há pacientes que nunca recebem choque. O aparelho só aplica terapia quando os critérios de detecção e programação são atendidos. Alguns episódios terminam espontaneamente; outros podem ser tratados com ATP, nos sistemas que oferecem essa função, ou exigir choque. Também pode ocorrer uma terapia inadequada, e a análise dos registros ajuda a esclarecer o motivo.[1][3]
A ATP sempre vem antes do choque?
Não. A ordem das terapias varia conforme o ritmo, a velocidade da arritmia, o tipo de CDI e a programação. Em algumas situações, o choque pode ser a primeira terapia. O S-ICD não fornece ATP.[1][3]
Qual é a diferença entre CDI e CRT-D?
O CDI trata determinadas arritmias ventriculares perigosas. O CRT-D reúne essa função e a estimulação coordenada dos ventrículos, indicada para pessoas selecionadas com insuficiência cardíaca e alteração da condução elétrica.[1][2]
Um Holter alterado significa que preciso de CDI?
Não. O Holter pode registrar arritmias e ajudar a estimar o risco, mas não decide o implante sozinho. Seus resultados precisam ser interpretados junto ao diagnóstico, à condição do coração e ao benefício esperado do CDI.[1][2]
Quem tem CDI pode fazer ressonância magnética?
Pode ser possível, mas não basta olhar o gerador. Gerador, cabos, combinações de componentes, cabos abandonados e as condições do sistema precisam ser verificados. O CDI deve ser avaliado e programado pelo protocolo do centro antes e depois do exame.[1][4]
Posso dirigir depois do implante ou de um choque?
Depois de um choque, não dirija para procurar atendimento; peça ajuda para o transporte. Em uma emergência, ligue para o SAMU 192. Antes de voltar a dirigir, obtenha orientação da equipe que acompanha o CDI. A liberação depende do motivo do implante, da arritmia, de eventual perda de consciência, das terapias recebidas e das normas aplicáveis à sua atividade. Não existe prazo único para todos.[5][8]
O CDI substitui remédios ou ablação?
Não. O aparelho oferece proteção contra determinadas arritmias, mas o tratamento da causa pode incluir medicamentos, controle da insuficiência cardíaca, revascularização ou ablação por cateter. O plano é combinado e individual.[1][2]

Fontes clínicas

  1. Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis, 2023

    Teixeira RA et al.

    Arq Bras Cardiol. 2023;120(1):e20220892. DOI: 10.36660/abc.20220892. Definições, seleção, implante, programação, riscos e ressonância magnética.

  2. 2022 AHA/ACC/HFSA Guideline for the Management of Heart Failure

    Heidenreich PA, et al.

    Seleção de CDI em prevenção primária no contexto de insuficiência cardíaca e decisão baseada em benefício esperado.

  3. Periprocedural Management and Multidisciplinary Care Pathways for Patients With Cardiac Implantable Electronic Devices

    Wan EY et al.

    AHA Scientific Statement. Circulation. 2024;150:e183-e196. DOI: 10.1161/CIR.0000000000001264. Limitações de estimulação dos sistemas subcutâneos e extravasculares.

  4. 2021 ESC Guidelines on cardiac pacing and cardiac resynchronization therapy

    European Society of Cardiology.

    Condicionalidade do sistema completo para ressonância magnética e necessidade de protocolo.

  5. Living With Your Implantable Cardioverter Defibrillator

    American Heart Association.

    Educação ao paciente, convivência e saúde emocional.

  6. 2025 Adult Basic Life Support

    American Heart Association.

    Reconhecimento de pessoa não responsiva com respiração ausente ou anormal, acionamento da emergência, compressões e uso de DEA.

  7. Implantable Cardioverter Defibrillator (ICD): Shock Plan

    Liverpool Heart and Chest Hospital NHS Foundation Trust.

    Plano para contato após choque do CDI e reconhecimento de situações que exigem urgência.

  8. SAMU 192

    Ministério da Saúde.

    Orientação pública sobre acionamento do SAMU 192 em emergências.

  9. Pacemakers: After Getting a Pacemaker

    National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI).

    Orientações após implante de dispositivo, sinais de infecção e contato imediato com a equipe por febre.

  10. Consenso HRS/EHRA/APHRS/LAHRS sobre monitoramento remoto de dispositivos, 2023

    Organização do acompanhamento remoto e seus limites diante de sintomas urgentes.

  11. Diretriz ESC de insuficiência cardíaca, 2026

    European Society of Cardiology.

    Avaliação do risco e benefício esperado do CDI em insuficiência cardíaca.

  12. FDA. Ímãs em celulares e relógios podem interferir em dispositivos implantáveis

    Orientação de manter aparelhos com ímãs a pelo menos 15 cm do dispositivo.

  13. Knops et al. Estudo original de sistema modular S-ICD e estimulação, 2024

    Diferencia o S-ICD isolado de sistemas modulares com outras capacidades.

As referências apoiam educação geral e não substituem avaliação individual.

Avaliação para CDI

Uma avaliação especializada pode ajudar a entender a indicação de CDI, esclarecer dúvidas sobre o aparelho proposto ou discutir o tratamento após uma arritmia ventricular. Leve relatórios de internação, eletrocardiogramas, Holter, exames de imagem e a lista de medicamentos.

Solicitar avaliação

WhatsApp de agendamento: +55 11 92137-6068. Este canal não atende emergências. Em caso de emergência, procure um pronto-socorro ou ligue para o SAMU 192.[8]